Há coisas na vida de que não se pode abdicar e uma delas tem de ser a coerência.
Coerência é seguir um rumo definido, não recuando quando há vicissitudes. É não faltar à verdade, nem omitindo factos. É assumir as responsabilidades, tenham elas as repercussões que tiverem na decisão que tem de ser coerente com princípios que anteriormente foram propalados e , portanto, se a palavra é um contrato que sempre que difundida para os media, se dita por figuras públicas que têm responsabilidades (ou deveriam ter!) e que, inevitavelmente, ficam plasmadas na sociedade, deveria ser considerada lei. Mas esta "lei" é feita por "legisladores" sem qualquer conhecimento do que é o povo e os seus claros anseios. É feita por burocratas neo-liberais que tiveram a escola dos ultra monetaristas, sem qualquer aderência à realidade económica de que o país carece.
Não é preciso referir aonde pretendo chegar, porque na (infeliz) prática que temos vindo a sofrer há mais de três anos e que pela aragem vai continuar, fomos "bombardeados" com um chorrilho de mentiras - mãe de toda a essência da prática seguida por estes senhores (e senhoras) que se alcandoraram ao poder - de práticas erróneas na governação - vide Justiça e Educação (as mais recentes pantominices) - de abocanharem um quinhão doloroso às famílias através de um esbulho fiscal - sem resultados visíveis na vida das pessoas . etc.,etc.
Só teremos de lutar para estes senhores saiam o mais rapidamente possível de cena, pelo que o Presidente da República tem de marcar Eleições Legislativas antes do prazo previsto, porque há muito de importante a resolver e o OE para 2016 tem se ser elaborado por quem terá de governar (espero que no sentido mais sério da palavra) e não por quem tanto mal deixou e que vai demorar muitos e muitos anos a consertar.
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