Guardo com prazer alguns números do jornal "Juventude Operária", órgão da JOC, que foi, para muitos dos jovens de então, uma grande escola de vida, pela partilha de afetos (palavra hoje tão em voga), de amizades e camaradagens que ainda hoje perduram. A capa que aqui reproduzo (em duas partes), tem o especial "toque" da última expressão, que era, infelizmente, o dilema com que este jornal se debatia e que , muitas das vezes tentava "fintar" - conseguindo-o algumas das vezes - usando subterfúgios que os coronéis não dominavam. 
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